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Vitória esmagadora de milei marca ascensão da direita na argentina

As eleições de meio-mandato na Argentina, realizadas no último domingo, consagraram uma vitória contundente para o presidente Javier Milei e seu partido, A Liberdade Avança. Com mais de 40% dos votos, o partido conquistou uma expressiva maioria no Congresso Nacional, marcando um ponto de inflexão

Raul Holderf Nascimento

As eleições de meio-mandato na Argentina, realizadas no último domingo, consagraram uma vitória contundente para o presidente Javier Milei e seu partido, A Liberdade Avança. Com mais de 40% dos votos, o partido conquistou uma expressiva maioria no Congresso Nacional, marcando um ponto de inflexão na política argentina. Aliados descrevem o resultado como uma virada “épica”, sinalizando a ascensão definitiva da direita no país, após décadas de predominância do peronismo e da centro-esquerda.

Com a apuração de mais de 90% das urnas, o bloco governista assegurou 64 cadeiras na Câmara dos Deputados e ampliou significativamente sua representação no Senado, triunfando em seis das oito províncias com vagas em disputa. O desempenho superou as expectativas das pesquisas divulgadas nas semanas anteriores, que indicavam uma disputa acirrada com a coalizão peronista Força Pátria. Esta, por sua vez, obteve aproximadamente 24% dos votos, garantindo apenas 31 assentos na nova composição da Câmara.

Este triunfo do governo reverte o cenário das últimas eleições na província de Buenos Aires, onde Milei havia sido superado por uma diferença de 14 pontos percentuais há menos de dois meses. Agora, a legenda de direita também venceu em Córdoba, Santa Fé e Mendoza, consolidando um domínio nacional inédito para um partido de recente formação.

O peronismo, que buscava manter sua relevância política em meio à fragmentação da esquerda e ao desgaste do kirchnerismo, emergiu enfraquecido das urnas. Dividido entre diversas siglas e correntes internas, o bloco opositor somou entre 6,9 e 7,7 milhões de votos, um número semelhante ao de 2021, mas mais de um milhão a menos que nas eleições presidenciais.

A imprensa argentina, que durante a campanha projetava a esquerda como uma ameaça real, reagiu com surpresa. Veículos de destaque noticiaram que o resultado confere a Milei um capital político sem precedentes para implementar suas reformas econômicas e institucionais, frequentemente obstruídas por setores que agora perderam influência no legislativo. A participação eleitoral foi de 67%.

Fonte: www.conexaopolitica.com.br

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