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Trump anuncia operações de combate dos EUA no Irã contra armas nucleares

Em um pronunciamento de vídeo veiculado na madrugada de sábado, o presidente dos Estados Unidos anunciou o início de “grandes operações de combate dos EUA no Irã”. A declaração, com pouco mais de oito minutos, detalhou a finalidade da ação militar, que busca primordialmente impedir

Conexão Política

Em um pronunciamento de vídeo veiculado na madrugada de sábado, o presidente dos Estados Unidos anunciou o início de “grandes operações de combate dos EUA no Irã”. A declaração, com pouco mais de oito minutos, detalhou a finalidade da ação militar, que busca primordialmente impedir que o regime iraniano obtenha armas nucleares. Segundo o chefe de estado, as Forças Armadas americanas já estavam engajadas em uma operação “massiva e contínua” para neutralizar as capacidades militares iranianas, com o objetivo de defender o povo americano e eliminar ameaças iminentes. A mensagem principal do discurso foi categórica: o Irã “nunca terá uma arma nuclear”.

A ofensiva militar e o objetivo de desnuclearização

Início das operações e o veto nuclear

As Forças Armadas dos Estados Unidos iniciaram “grandes operações de combate” no Irã, conforme anunciado pelo presidente em um pronunciamento público. A ação militar, de acordo com a declaração presidencial, visa defender o povo americano e eliminar as ameaças iminentes representadas pelo regime iraniano, classificado como um grupo “perverso e extremamente violento”. A principal diretriz da missão é inequívoca: impedir que o Irã desenvolva e possua armas nucleares. “A mensagem é muito simples: eles nunca terão uma arma nuclear”, afirmou o presidente, enfatizando a determinação americana.

A operação descrita é “massiva e contínua”, focada em neutralizar as capacidades militares do Irã. O pronunciamento detalhou planos ambiciosos, incluindo a destruição dos mísseis iranianos e a completa obliteração da sua indústria de mísseis, que seria “reduzida a ruínas”. Além disso, a Marinha iraniana seria aniquilada para garantir que o regime não possa impor sua vontade através de meios militares ou ameaçar interesses americanos e aliados. Essa estratégia de desmantelamento militar busca garantir que o Irã não possa apoiar grupos terroristas na região nem desestabilizar o Oriente Médio ou o mundo, bem como prevenir ataques a forças e embarcações americanas.

Justificativas históricas e advertências diretas

O histórico de tensões e o apoio ao terrorismo

Durante seu discurso, o presidente americano fez referências a uma série de episódios históricos atribuídos ao regime iraniano para justificar a atual escalada militar. Ele citou a tomada da embaixada dos Estados Unidos em Teerã, em 1979, quando diplomatas foram mantidos reféns por 444 dias, um evento que marcou profundamente as relações bilaterais. Outro incidente mencionado foi o atentado contra o quartel dos fuzileiros navais em Beirute, em 1983, que resultou na morte de 241 militares americanos. O ataque ao USS Cole, ocorrido em 2000, também foi evocado como um exemplo do envolvimento iraniano em atos hostis.

O presidente argumentou que, por 47 anos, o regime iraniano tem proferido “morte à América” e conduzido uma “campanha incessante de derramamento de sangue e assassinatos em massa”, com alvos que incluem os Estados Unidos, suas forças militares e civis inocentes em diversas nações. Ele também responsabilizou o Irã pelo apoio a grupos armados no Oriente Médio, afirmando que forças iranianas e grupos apoiados por Teerã participaram de ataques contra militares americanos no Iraque e contra embarcações dos Estados Unidos em rotas marítimas internacionais. Em uma acusação direta, o presidente afirmou que foi um representante do Irã, o Hamas, quem lançou os ataques de 7 de outubro contra Israel, e categorizou o país persa como o “principal patrocinador estatal do terrorismo no mundo”.

O programa nuclear, operações passadas e ultimatos

A questão do programa nuclear iraniano foi central no pronunciamento. O presidente recordou a operação “Midnight Hammer”, realizada em junho do ano passado, na qual instalações nucleares em Fordo, Natanz e Isfahan foram atingidas, afirmando que a ação “destruiu o programa nuclear do regime”. Ele alegou que, após essa operação, houve repetidas tentativas de negociação para um acordo, mas o Irã, segundo ele, recusou-se a renunciar às suas ambições nucleares, buscando reconstruir seu programa e avançar no desenvolvimento de mísseis de longo alcance que poderiam ameaçar aliados na Europa e, futuramente, o território americano.

Diante do cenário, advertências foram dirigidas diretamente a integrantes da Guarda Revolucionária Islâmica, das Forças Armadas e da polícia iraniana, com a condição: “devem depor suas armas e terão imunidade total; caso contrário, enfrentarão morte certa”. Ao povo iraniano, o presidente transmitiu uma mensagem de liberdade iminente, acompanhada de um alerta severo: “a hora da sua liberdade está próxima. Permaneçam abrigados. Não saiam de casa. Está muito perigoso lá fora. Bombas cairão por toda a parte”. Ele também declarou que, ao término da missão militar, caberá à população iraniana assumir o controle do governo, descrevendo a oportunidade como “sua única chance por gerações”. A América, afirmou, está ao lado do povo iraniano “com força esmagadora e poder devastador”.

Ações e implicações futuras

O pronunciamento do presidente dos Estados Unidos marca uma significativa escalada nas tensões com o Irã, com o anúncio de “grandes operações de combate” visando impedir o desenvolvimento de armas nucleares e neutralizar as capacidades militares iranianas. A retórica foi assertiva, delineando uma operação que busca remodelar o cenário de segurança regional. Ao mesmo tempo, o presidente reconheceu a gravidade da situação e a possibilidade de “perdas entre militares americanos”, afirmando que “vidas de heróis americanos corajosos podem ser perdidas, e podemos ter baixas. Isso acontece na guerra”. Ele enquadrou a missão como nobre, essencial não apenas para o presente, mas para o futuro, garantindo que os americanos e seus descendentes jamais sejam ameaçados por um Irã com armamento nuclear. A declaração encerrou com uma bênção às Forças Armadas e aos Estados Unidos, reforçando a determinação da administração.

Perguntas frequentes

1. Qual é o principal objetivo das operações militares dos EUA no Irã, conforme anunciado pelo presidente?
O principal objetivo declarado é defender o povo americano eliminando ameaças iminentes do regime iraniano e, crucialmente, impedir que o Irã obtenha armas nucleares. A mensagem é que “eles nunca terão uma arma nuclear”.

2. Quais capacidades militares iranianas os Estados Unidos visam neutralizar?
As operações americanas visam destruir mísseis iranianos, reduzir a indústria de mísseis a ruínas e aniquilar a Marinha iraniana, buscando neutralizar suas capacidades militares e impedir o apoio a grupos terroristas na região.

3. Que eventos históricos foram citados como justificativa para a ação militar?
O presidente citou a tomada da embaixada dos EUA em Teerã (1979), o atentado contra o quartel dos fuzileiros navais em Beirute (1983), o ataque ao USS Cole (2000), além de acusações de apoio a ataques contra militares americanos no Iraque, embarcações em rotas marítimas e a grupos como o Hamas.

4. O que foi a Operação “Midnight Hammer” e qual sua relação com o programa nuclear iraniano?
A Operação “Midnight Hammer”, realizada em junho do ano passado, foi uma ação militar que, segundo o presidente, destruiu o programa nuclear do regime iraniano ao atingir instalações nucleares em Fordo, Natanz e Isfahan.

5. Qual foi a mensagem do presidente aos membros das forças armadas iranianas e ao povo do Irã?
Aos membros da Guarda Revolucionária Islâmica, Forças Armadas e polícia iraniana, foi dito para deporem suas armas para ter “imunidade total”, ou enfrentariam “morte certa”. Ao povo iraniano, foi prometida a “hora da sua liberdade próxima”, com um alerta para permanecerem abrigados devido à situação perigosa, e um apelo para assumirem o controle do governo após a missão militar.

Para acompanhar as atualizações sobre este cenário geopolítico complexo e suas implicações globais, continue lendo nossos artigos e análises detalhadas.

Fonte: https://www.conexaopolitica.com.br

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