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Pés peludos, pés saudáveis? médico alerta sobre sinal surpreendente

A presença ou ausência de pelos nos dedos dos pés pode ser um indicativo importante da saúde vascular e metabólica, especialmente em homens. A observação é de um médico especialista em medicina interna e nutrição clínica, que tem chamado a atenção para essa relação em

Raul Holderf Nascimento

A presença ou ausência de pelos nos dedos dos pés pode ser um indicativo importante da saúde vascular e metabólica, especialmente em homens. A observação é de um médico especialista em medicina interna e nutrição clínica, que tem chamado a atenção para essa relação em suas redes sociais.

De acordo com o especialista, o crescimento saudável de pelos depende de um fluxo sanguíneo constante para os folículos capilares. Quando a circulação está adequada, os pelos tendem a se manter. No entanto, problemas vasculares progressivos, frequentemente associados à resistência à insulina, podem comprometer esse fluxo e, consequentemente, afetar o crescimento dos pelos nas extremidades.

A explicação reside no fato de que a resistência à insulina e o diabetes a longo prazo podem levar ao enrijecimento das artérias, causando microdanos nos vasos sanguíneos e reduzindo a irrigação nas extremidades do corpo. Essa diminuição do fluxo sanguíneo pode resultar no afinamento ou até mesmo no desaparecimento dos pelos nos dedos dos pés.

Embora a perda de pelos nos pés não seja um diagnóstico por si só, ela pode servir como um indicador indireto para pacientes com doença arterial periférica e alterações metabólicas. Médicos consideram essa informação valiosa, principalmente quando combinada com outros sintomas.

Outros sinais clínicos que, em conjunto com a ausência de pelos, podem indicar problemas de saúde incluem: sensação frequente de pés frios, formigamentos ou dormência nas extremidades, cãibras durante a caminhada e feridas que demoram a cicatrizar.

A presença combinada desses fatores geralmente leva os médicos a solicitar exames laboratoriais e vasculares complementares. Entre os exames mais comuns estão a medição da glicemia, a hemoglobina glicada (que avalia o controle glicêmico a longo prazo), marcadores de insulina e o doppler arterial, um exame de imagem que avalia o fluxo sanguíneo nas artérias.

Fonte: www.conexaopolitica.com.br

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