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Brasil fecha 2024 com inflação de 4,83%, acima do teto da meta Farofa News

E o que ninguém queria aconteceu: a inflação no Brasil em 2024 deu uma escapada e fechou em 4,83%, acima do teto da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). O número foi divulgado nesta sexta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE),

E o que ninguém queria aconteceu: a inflação no Brasil em 2024 deu uma escapada e fechou em 4,83%, acima do teto da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). O número foi divulgado nesta sexta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e, cá entre nós, não foi aquele presentão de fim de ano que a gente esperava.

Para quem estava na esperança de um número bem mais baixinho, o alvo era uma inflação de 3%, com uma tolerância até 4,5%. Mas com esse número, o Brasil ficou ali naquela zona de “não podia ter ido mais longe”, tipo quando você sai para comprar pão e volta com um pacote de biscoito e um leite condensado a mais. A última vez que o teto da meta foi quebrado foi em 2022, com uma inflação de 5,79%.

O que pesou? O grupo de Alimentação e Bebidas foi o grande vilão, com 7,69% de aumento nos preços em 12 meses e responsável por 1,63 ponto percentual (p.p.) do resultado final. Não bastasse isso, o Plano de Saúde (7,87%) e o Transporte (3,30%) também ajudaram a inflacionar as contas do brasileiro em 2024.

O que deu uma segurada na inflação foram as quedas de alguns produtos como o tomate (-25,86%) e a cebola (-35,31%), além da boa notícia de que as passagens aéreas ficaram 22,20% mais baratas. Vai entender, né?

Agora, a bola da vez é o Gabriel Galípolo, novo presidente do Banco Central, que vai ter que escrever uma cartinha para o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, explicando o que rolou com a inflação. Porque, olha, não foi pouca coisa. A gasolina foi o item que mais pesou no bolso do brasileiro, com alta de 9,71% e 0,48 ponto percentual de impacto no IPCA.

Ah, e se você está em Belo Horizonte, pode sentir um peso extra na carteira: a cidade teve a segunda maior inflação do país, com 5,96%. Só perdeu para São Luís, que viu os preços subirem 6,51%.

Enfim, o ano de 2024 terminou com inflação mais alta do que gostaríamos, e parece que o bolso vai continuar sentindo a pressão por um bom tempo. Vamos aguardar para ver o que 2025 nos reserva, mas uma coisa é certa: o custo de vida não vai dar trégua tão cedo!

Por: Farofa News – Nanuque.com – Aqui, a notícia é quente, a inflação é salgada, mas o humor nunca passa por cima da conta!

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