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Brasil cria 213 mil empregos em setembro, mas ritmo desacelera

O mercado de trabalho brasileiro apresentou saldo positivo em setembro, com a criação de 213.002 postos de trabalho com carteira assinada, conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego. Esse número representa a diferença entre o total

© REUTERS/Sergio Moraes/Proibida reprodução

O mercado de trabalho brasileiro apresentou saldo positivo em setembro, com a criação de 213.002 postos de trabalho com carteira assinada, conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego. Esse número representa a diferença entre o total de admissões e desligamentos no período.

Apesar do resultado positivo, houve uma desaceleração no ritmo de criação de empregos em comparação com o mesmo mês do ano anterior. Em setembro do ano passado, foram criados 252.237 postos de trabalho, considerando os dados ajustados. A queda de 15,6% é atribuída à influência das altas taxas de juros e à moderação no crescimento econômico.

Quando comparado com outros meses de setembro, o resultado deste ano supera apenas o de 2023, quando foram abertas 204.720 vagas. Em agosto, o país havia registrado um saldo positivo de 147.358 empregos.

Todos os cinco setores de atividade econômica analisados apresentaram criação de vagas formais em setembro. O setor de serviços liderou a geração de empregos, com a abertura de 106.606 postos. A indústria, incluindo a de transformação, a de extração e outros tipos, criou 43.095 vagas. O comércio gerou 36.280 empregos, seguido pela construção civil, com 23.855 novos postos, e pela agropecuária, com 3.167.

Dentro do setor de serviços, o segmento de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas se destacou, com a criação de 52.873 postos formais. A categoria de administração pública, defesa e seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais também contribuiu positivamente, com a abertura de 16.985 vagas.

Na indústria, a indústria de transformação liderou, com 39.305 contratações a mais do que demissões. O segmento de água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminação abriu 2.120 vagas, enquanto a indústria extrativa criou 841 postos de trabalho.

Todas as cinco regiões do país registraram saldo positivo na geração de empregos formais em setembro. O Sudeste liderou, com a criação de 80.639 postos, seguido pelo Nordeste, com 72.347, o Sul, com 27.302, o Norte, com 18.151, e o Centro-Oeste, com 14.569.

Em relação às unidades da Federação, todas apresentaram saldo positivo. São Paulo liderou a criação de empregos, com 49.052 postos, seguido pelo Rio de Janeiro, com 16.009, e Pernambuco, com 15.602. Os menores saldos foram registrados no Acre (845 postos), Amapá (735) e Roraima (295).

No acumulado de janeiro a setembro, foram registradas 1.716.600 vagas formais em 2025, em comparação com 1.995.164 no mesmo período de 2024. Os dados incluem ajustes referentes a declarações entregues fora do prazo pelos empregadores.

Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

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