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Contas no vermelho: arcabouço fiscal não impede rombo do governo

As contas públicas do governo federal registraram um déficit, expondo as dificuldades em manter o controle fiscal mesmo com a implementação do novo arcabouço. A regra, desenhada para substituir o teto de gastos e conciliar responsabilidade fiscal com investimentos sociais, demonstra fragilidades diante da realidade

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As contas públicas do governo federal registraram um déficit, expondo as dificuldades em manter o controle fiscal mesmo com a implementação do novo arcabouço. A regra, desenhada para substituir o teto de gastos e conciliar responsabilidade fiscal com investimentos sociais, demonstra fragilidades diante da realidade econômica.

O arcabouço fiscal, estabelecido como um mecanismo para regular as despesas e receitas da União, tinha como objetivo principal garantir a sustentabilidade das contas públicas a longo prazo. A proposta central era permitir um crescimento gradual dos gastos, atrelado ao desempenho da arrecadação, ao mesmo tempo em que se buscava reduzir o endividamento do país.

Entretanto, os resultados recentes indicam que o governo não conseguiu cumprir as metas estabelecidas dentro do arcabouço. O déficit nas contas públicas sinaliza que as despesas superaram as receitas, gerando um desequilíbrio que coloca em xeque a eficácia da nova regra fiscal.

Analistas apontam para diversos fatores que podem ter contribuído para o rombo nas contas. Entre eles, destacam-se a desaceleração da economia, que impacta a arrecadação de impostos, e o aumento dos gastos públicos, impulsionado por programas sociais e outras iniciativas governamentais.

A situação exige atenção redobrada por parte das autoridades, que precisam encontrar medidas para reverter o quadro e garantir o cumprimento das metas fiscais. O debate sobre possíveis ajustes no arcabouço já está em curso, com diferentes setores da sociedade defendendo alternativas para fortalecer a regra e torná-la mais eficaz.

A principal crítica ao arcabouço é sua suposta flexibilidade excessiva, o que permitiria ao governo gastar mais do que o previsto em momentos de crise ou de necessidade de investimentos emergenciais. No entanto, defensores da regra argumentam que essa flexibilidade é necessária para garantir que o governo possa responder a choques externos e manter o funcionamento dos serviços públicos.

Apesar das críticas e dos desafios, o arcabouço fiscal continua sendo a principal âncora da política econômica do governo. O desafio agora é encontrar um equilíbrio entre a responsabilidade fiscal e a necessidade de investir em áreas prioritárias, como saúde, educação e infraestrutura, para garantir o desenvolvimento sustentável do país.

Fonte: www.gazetadopovo.com.br

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